| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | |
| 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 |
| 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 |
| 21 | 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 |
| 28 | 29 | 30 | 31 |
...70.000 mil còpias è um numero significante para uma escritora em sua primeira obra.
Com alegria apresento as capas das ediçoes do Manuscrito de Sonia desde sua primeira ediçao.
Em 2007 è prevista a publicaçao em outros paises.
Bjs e Luz.
Mariana Brasil -
Per sempre .... Sonia ...
...Luz ...sempre + luz. ...
Capa primeira ediçao italiana - 2004.
*** *** *** ***
Capa segunda ediçao italiana - 2005.
*** *** *** ***
Capa Terceira ediçao italiana - 2006.
*** *** *** ***
Essa foi a capa da primeira ediçao "limitada" no Brasil - 2003.
Ps. Escolhida por Mariana Brasil.
Ed. Artemis Editorial.
*** *** *** *** ***
Capa segunda ediçao brasileira 2005.
*** *** *** *** ***
Capa ediçao em espanhol - 2006
Editora Planeta
*** *** *** ***
Capa Editora Edicions 62 - Catalano - 2006.
*** *** *** ***
Capa Ediçao de Portugal Circulo dos Leitores
*** *** *** ***
O Manuscrito de Sônia - de Mariana Brasil
Publicado em Portugal - agosto de 2006.
A verdade. A dura e crua realidade da prostituição na Europa contada por uma brasileira.
A exploração de sonhos e esperanças vendidos ao preço da alma, do respeito, do amor-próprio.
Mariana Brasil é o pseudónimo usado pela autora deste livro, uma ex-prostituta que, do Paraná à Suíça, manteve um comovente diário.
Em 1999 Paulo Coelho leu o seu manuscrito, um ano depois encontraram-se em Zurique. «Manuscrito de Sônia» leva-nos aos meandros da degradação humana. Obra que inspirou «Onze Minutos» de Paulo Coelho. Conhecer o mundo da prostituição por dentro. Sem floreados, sem derivas filosóficas, chamar as coisas pelos nomes, descrevê-las como elas de facto são. Mariana Brasil reconstruiu a sua vida, casou e vive actualmente com a família em Itália. Mas foram duros os anos de sobrevivência.
Natural de Paraná, onde nasceu no ano de 1966, esta brasileira de origem italiana decidiu emigrar para a Europa em inícios dos anos 90. Entre a Itália e a Suíça passou a viver da prostituição.
Durante todo o seu percurso por esse outro lado da Europa, Mariana manteve um diário onde desabafou mágoas, medos, esperanças. Ávida leitora do Paulo Coelho, o famoso escritor brasileiro, deixou-lhe os seus manuscritos no hotel onde se hospedava e o autor abriu uma excepção lendo o seu relato. Em 2000 encontram-se em Zurique. Para além de a incentivar a tentar editar, Paulo Coelho sentiu-se inspirado pelo tema iniciando o que é hoje um dos seus mais conhecidos títulos, «Onze Minutos». «O Manuscrito de Sônia» impõem-se como um importante testemunho e um alerta para submundos que quase sempre preferimos ignorar. A sua história é a história de muitas mulheres que por diferentes razões se viram aprisionados à prostituição.
Ainda assim, este é também um relato de sobrevivência e de encontro com o amor.
Ler mais: http://www.circuloleitores.pt/cl/artigo.asp?cod_artigo=133075
noticias: 20.07.2006 -
A proposta de legalização da prostituição, que está tramitando no Congresso Nacional, de autoria do deputado Fernando Gabeira, foi um dos principais assuntos discutidos, ontem à noite, no debate sobre Tráfico de Mulheres no Brasil, que antecedeu o lançamento do livro “Manuscrito de Sônia”, de autoria de Mariana Brasil, na Associação dos Docentes da Universidade Federal do Ceará (Adufc).
Com a participação de representantes de diversas entidades, como o Fórum de Mulheres, Associação das Prostitutas do Ceará (Aproce), Escritório de Prevenção ao Tráfico de Seres Humanos, além da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa, o debate alertou para o tráfico de mulheres, que ocorre de forma interna e externa, atingindo pessoas do mundo inteiro, e também do Brasil, que é um dos exportadores de pessoas para a indústria do sexo, principalmente no continente europeu. A autora do livro, Mariana Brasil, que foi prostituta durante cinco anos na Itália e Suíça, apesar de não ter sido vítima do tráfico internacional de pessoas, conta relatos de casos de pessoas que, como ela saíram do Brasil para se prostituir em outro país e acabaram entrando na rede de exploração.
“A informação é a alma da proteção à pessoa.
Acredito no livre-arbítrio de cada um, que pode fazer o que quiser com o próprio corpo, desde que saibam o que estão fazendo”, disse.
Segundo ela, as causas de mulheres brasileiras irem se prostituir no exterior se repetem. “Eu mesma tomei a decisão de ir para a Itália, em 1990, na tentativa de mudar a minha condição financeira, com o sonho da casa própria, por exemplo.
Mas é claro que existem outras opções. Foi uma escolha”, disse Mariana. A questão da clandestinidade, segundo ela, é outro problema para as mulheres brasileiras. “A clandestinidade só aumenta a rede de exploração. O casamento, muitas vezes pago, é uma das saídas para isso. A realidade fora do Brasil, como muitos pensam não é um mar de rosas. A prostituição, como forma de mudança de vida, não é o ideal”, disse. As debatedoras foram unânimes.
Acham que o projeto de lei de legalização da prostituição não vai resolver o problema e sim aumentar o preconceito que já existe com as pessoas que escolheram a profissão. “Isso é a legalização do preconceito.
Nós somos mulheres, estamos em todos os lugares, nas universidades, nas ruas. Não queremos nos esconder”, disse Rosarina Sampaio, presidente da Aproce.
Segundo ela, ao invés de procurar meios para esconder a prostituição, é preciso acabar com a exploração de crianças e adolescentes “Criança tem que estar é na escola”. Já Beth Farias, do Fórum de Mulheres, destacou que a legalização da prostituição autoriza a exploração do direito dos corpos das mulheres. Segundo ela, o movimento feminista é contra o projeto e defende a autonomia das mulheres para fazer escolhas.
“O projeto tenta mascarar o crime do tráfico de pessoas”, disse Heline Marques, do Escritório de Prevenção ao Tráfico de Seres Humanos. Segundo ela, mais de 80% das vítimas de tráfico internacional são mulheres e é um crime que tem se revelado bastante.
“As mulheres vão sabendo que vão se prostituir, mas não sabem que ficarão em cárcere privado, sem passaporte e sem dinheiro”.
Mariana Brasil, com seu testemunho de vida, no livro "O manuscrito de Sonia", oferece material humano rico de emoçoes, històrias que retratam trajetorias de vida de muitas "filhas do Brasil" no velho continente, assim como incentiva um debate sèrio sobre esse tema polemico, incentivando assim uma reflexao sobre o aumento o fenomeno de imigraçao em massa, do qual uma fatia nao indiferente termina agregada a "prostituiçao na Europa", realidade essa que se colega a tantas outras "obscuras" da nossa sociedade.
Fonte:
http://www.saude.ce.gov.br/clipping/index.php